Carina sentou no banco de trás. Sara ao volante e Fabiana ao seu lado. Logo que colocou o carro em movimento, Fabiana acendeu um cigarro, inclinando-se e colocando-o nos lábios de Sara. Sara procurou a irmã pelo espelho para ver se ela tinha visto aquele gesto de Fabiana. Seus olhos se encontraram, mas Carina desviou os seus.
Fabiana perguntou a Sara, neste instante:
- Conhece os barzinhos da cidade?
- Alguns.
- Vem sempre pra cá?
- Nem sempre.
- Devia conhecer minha casa de campo, é maravilhosa!
- Hum!
- Algum problema?
- Nenhum problema não!
- Quem sabe você queira ir, Carina. – Falou, voltando-se pra ela no banco de trás.
- Adoraria Fabiana! – Falou doce – Gosto do clima do campo.
- É ótimo pra quem está apaixonado. Você senta diante da lareira com um bom vinho e faz amor até o dia clarear.
Carina riu, imaginando a cena. Sara suspirou, pisando no acelerador ansiosa. O que ela estava dizendo? Estava cantando sua irmã? Não, estava era jogando uma indireta pra ela. Fabiana estendeu a mão tocando sua perna neste instante.
- Está mais calma Sara?
- Não estava nervosa!
- Você já fez amor diante de uma lareira Sara?
- Não aprecio esse tipo de coisa. – Comentou olhando-a de relance – Não faz isto. – Pediu baixo, olhando a mão sobre sua perna.
Carina olhou pra fora fingindo não perceber o que se passava entre elas.
- Alguém já lhe falou que é muito mal humorada?
- Você é a primeira.
- Devíamos ir num lugar onde pudéssemos dançar.
- Nem morta!
- Por quê?
A mão dela ainda estava em sua perna. Desta vez, fazia uma leve pressão. Sara suspirou, atirando o cigarro longe. Fabiana riu sensualmente para provocá-la. Inclinou-se ligando o rádio. Uma música lenta invadiu o ambiente.
- Imagine-se dançando uma música assim de rosto colado. Pode imaginar?
- Não! – Sara respondeu baixando a mão e tirando a dela de sua perna.
Fabiana sorriu comentando intimamente:
- Devíamos dormir num hotel. Podemos dançar e...
- Pare com isto! – Pediu perdendo a paciência.
- Desculpe.
- Desculpa nada, está fazendo de propósito. Não devíamos ter vindo, é o que acho.
- Agora está nervosa.
- Estou sim e a culpa é sua!
- Conhece algum lugar onde se pode dançar na cidade Carina? – Perguntou ignorando Sara completamente.
- Ouvi dizer de uma boate na entrada da cidade. Parece que dá todo tipo de gente!
- Então é pra lá que nós vamos.
Sara não disse nada, mas quando chegaram à cidade parou diante da tal boate. Saltou do carro pegando sua bolsa rapidamente.
Sentaram numa mesa perto da pista. Sara pediu os drinques. Fabiana convidou Carina para dançar. Casais de homens e mulheres rodavam na pista de dança. Sara desviou os olhos pegando um cigarro.
Na pista de dança Fabiana comentou com Carina perturbada.
- Sua irmã é muito difícil.
- Provocando-a deste jeito ela vai ficar muito pior.
- Não sei, é que estou desesperada. Sabe que estou louca por ela, não sabe?
- Deu pra notar.
- Acha que ela gosta de mim?
- Você não sabe?
- Ela disfarça bem os sentimentos, finge que não liga. Fiquei louca por ela desde a primeira vez que a vi.
Carina buscou os olhos dela curiosa.
- Mamãe sabe disto?
- Sua mãe é mais esperta do que você imagina! Ela sacou no ar e me perguntou. Não pude negar. Mesmo porque, não sei esconder minhas emoções.
- Então ela te convidou para vir pra casa de praia. – Comentou, entendendo tudo.
- Pois é, a ideia foi dela sim.
- Se Sara souber vai ficar uma fera!
- Eu sei. – Riu, rodando no salão com ela – Você vai contar?
- Eu? De forma alguma. Se não a tirar para dançar agora, acho que ela vai ter um ataque.
As duas voltaram para mesa rindo. Fabiana inclinou roçando a boca na orelha de Sara sensualmente.
- Dancei com ela primeiro para não desconfiar de nós. Agora quero você.
Sara estremeceu se erguendo na hora. Não queria estar ali, se tivesse vindo sozinha com ela já estariam num motel.
Na pista de dança, colou seu corpo ao dela, reclamando baixo:
- Por que agiu daquele jeito no carro? Fiquei furiosa com você, não gosto de ser provocada.
- Hum! Perdão! – Riu, roçando a boca no pescoço dela – Estou louca pra te amar de novo.
- Pare com isto.
- Não quer?
- Estão nos olhando...
- Pouco me importa. – Riu, subindo as mãos até a nuca dela – Você me deixa louca.
- Fabiana...
- Sim, diz meu nome, fala de novo.
- Para...
- Diz...
- Não devíamos ter vindo. – Suspirou, sentindo o corpo em brasas.
- Você queria estar numa cama comigo, eu sei Sara.
- Não é verdade.
- Nega?
- Carina está olhando pra gente.
A boca chegou novamente na orelha dela. Fabiana afastou os cabelos, enfiando as mãos dentro deles.
- Está usando este perfume de novo! Esse cheiro me deixa doida...
- Vamos voltar pra mesa. – Sara pediu fraca.
- Vamos ao banheiro, preciso te sentir.
- Não! Não vou fazer num banheiro...
- Vou te esperar lá, não demora. – Falou, deixando-a só ali.
Sara voltou para mesa, pegando seu drinque. Olhou para irmã, comentando baixo:
- Fabiana dança bem.
- É também achei.
- É. – Riu, olhando em volta.
- Você está bem Sara?
Claro que não estava bem. Estava queimando inteira, mas riu, fingindo com um sorriso amarelo.
- Preciso ir ao banheiro, não demoro.
- Tá.
Quando entrou, Fabiana trancou a porta, puxando-a ansiosa. Sua boca buscou a de Sara num beijo apaixonado. Suas mãos enfiaram-se pela blusa dela até chegar aos seios.
- Isto é loucura. Aqui eu não quero...
- Vamos passar a noite no hotel. – Falou na boca de Sara – Você quer?
- Sim. Quero muito...
- Não aguento esperar, desculpa.
A mão desceu abrindo a calça de Sara. Ela riu confusa, afastando-se dela.
- Aqui não, pode chegar alguém.
- Tranquei a porta. – Contou, enfiando a mão em busca dela.
Sara gemeu, abrindo as pernas. Perdida, ergueu a mão, levantando o vestido que ela usava até tocar a calcinha.
- Nunca fiz isto, não num banheiro! – Riu sem jeito.
- Não pensa... Toca-me, vem. – Fabiana pediu baixo.
Ela também já se perdia em Fabiana entregue. Sara não se fez de rogada quando seus dedos escorregaram na vagina ensopada dela. Rodeou o clitóris acariciando-o cada vez mais rápida. Fabiana fazia o mesmo no seu clitóris. Elas rebolavam roçando seus corpos loucamente excitados. Ficaram ali se buscando até o gozo invadi-las. Sara afastou-se depressa, destrancando a porta e indo até o espelho. Pegou um batom, retocando os lábios. Seus olhos buscaram Fabiana que ajeitava o vestido atrás dela.
- Com quantas mulheres já transou no banheiro?
- Isto importa? – Fabiana perguntou rindo dela.
- É só uma pergunta. – Falou olhando-a de cima abaixo – Você faz muito sucesso com as mulheres entendidas! Estou certa que sabe se aproveitar disto.
Fabiana ainda estava sorrindo quando aproximou do espelho para ajeitar os cabelos. Sara ainda a observava sem disfarçar o interesse. Ela era bonita demais e não conseguia deixar de admirar tamanha beleza.
- Não tem nada pra dizer?
- Sobre isto? – Fabiana perguntou a olhando com aquele sorriso divertido.
- É.
- Como sabe que faço sucesso com as entendidas se nem gostava de mim Sara?
- Ouvi comentários, qual o problema? Os jornais falam tanto de você, que é normal que as pessoas comentem.
- E você se deu ao trabalho de ouvir comentários sobre mim?
- Não eram comentários, eram fatos! Uma amiga me falou, não perguntei nada. Só faltava agora achar que andei perguntando por você por aí. Era só o que me faltava de verdade! – Retrucou, arrancando do lado dela e saindo sozinha do banheiro.
Quando Fabiana voltou à mesa, percebeu que Sara estava irritada. Fingiu não notar, levando Carina novamente para dançar. Ficaram no salão dançando duas músicas. Quando voltaram à mesa, Sara pegou sua bolsa falando seca:
- Vamos embora, já paguei a conta. Não quero dormir em hotel nenhum, vamos voltar para casa.
A viagem de volta foi feita num silêncio completo. Fabiana e Carina fizeram de conta que não percebiam o estado de nervo de Sara. Ela pisava fundo impaciente no acelerador. Fumava e passava as marchar com movimentos bruscos. Assim que o carro parou, Carina despediu-se, entrando rápido na frente. Sara trancou o carro, passando por Fabiana, sem ao menos olhá-la. Estava para cruzar a porta que Carina deixou aberta, quando Fabiana a alcançou, agarrando seu braço e com a outra mão puxou-a, buscando os olhos furiosos que a desafiavam faiscando.
- Quer fazer o favor de me soltar Fabiana?
Fabiana apenas se inclinou até sua boca encontrar a dela. Seu corpo colou-se ao de Sara de uma vez. A boca invadiu a dela com tanta suavidade que arrancou um gemido de sua garganta. Lentamente, Fabiana sugou a língua quente. Soltava e prendia de novo, levando Sara ao máximo de excitação. As mãos dela subiram, envolvendo o pescoço de Fabiana. Seus corpos agora se tocavam intimamente. O corpo de Sara já começava a roçar o dela sem esconder o desejo. Suas pernas ficaram bambas de repente. Fabiana ergueu as duas mãos, tocando o rosto dela, enquanto a boca roçava na dela deliciosamente. Quanto mais sugava aquela língua, mais ela gemia. Fabiana, no entanto, não tinha maiores intenções, além daquele beijo. Sua única intenção era beijar aquela boca até se fartar. Suas mãos permaneciam paradas na face dela. Sara correspondia, agora completamente entregue. Suas mãos desceram até o vestido de Fabiana, começando a erguê-lo para tocá-la. Fabiana se afastou encostando o corpo contra o dela. Sara gemeu, sem conseguir se controlar.
- Vamos até a praia. Aqui podem nos ver.
Fabiana afastou-se, olhando-a profundamente.
- Boa noite Sara! Durma bem.
Sara caiu em si, sem acreditar no que ela tinha feito. Como pode deixá-la naquele estado e simplesmente ir dormir? Seu corpo queimava inteiro. As pernas estavam bambas e o corpo tremia todo. Seu coração parecia uma bomba e a respiração estava completamente louca. Ela levou a mão ao meio das pernas, inclinando o corpo desorientada. O que estava acontecendo afinal? Não tinha mais controle sobre si mesma? Como pode permitir que aquela mulher a perturbasse tanto? Não queira desejá-la com aquela intensidade! Sabia que precisava se controlar. Nunca permitiu que ninguém mexesse assim com suas emoções. Não a ponto de ficar naquele estado. Ergueu o corpo tentando se acalmar. Tocou o marco da porta e ouviu passos. Ergueu os olhos sentindo uma alegria imensa. Fabiana estava voltando arrependida. Seu coração disparou louco no peito novamente.
A luz do hall de entrada foi acessa. E quem apareceu foi Susana. Admirada, ela encarou a filha surpresa.
- Sara? O que está fazendo aqui no escuro?
- Oh! Nós acabamos de chegar. Eu... Estava trancando o carro e já ia entrar.
- Sua irmã e Fabiana te largaram sozinha aqui fora? Como puderam fazer isto?
- Não, eu fiquei fumando um cigarro aqui. A noite está tão linda! – Respondeu apertada olhando para o céu para disfarçar – Estava olhando a lua.
- Olhando a lua! – Susana falou suspirando – São quase três horas da madrugada. É melhor ir se deitar antes que pegue um resfriando. Não é hora de olhar lua nenhuma.
- Boa noite! – Sussurrou beijando o rosto dela e entrando logo.
- Sara?
- Sim mãe? – Respondeu estacando diante dela.
- Tem certeza que está tudo bem com você?
- Tá. Tudo bem sim. Boa noite mãe!
- Boa noite.
Quando entrou em seu quarto caiu desolada na cama. Como é que ia dormir daquele jeito? Como um único beijo pode deixá-la naquele estado? Aquilo era ridículo. Ergueu-se, arrancando a roupa e indo para o banheiro. Enfiou-se debaixo do chuveiro de uma vez. Um banho frio resolveria aquele problema. Ficou um longo tempo debaixo d’água. Quando voltou ao quarto, deitou nua na cama apertando os olhos. Seu corpo ainda queimava. Apertou uma perna contra a outra, tentando não pensar. Precisava dormir, tinha que dormir, mas não conseguiu. Ficou rolando pela cama inconformada com o que estava sentindo.
O domingo amanheceu com um sol maravilhoso. Sara apareceu de óculos escuros para o café da manhã. Seus pais, Carina e Fabiana estavam à mesa. Deu um bom dia geral pegando a xícara. Serviu café preto tomando sufocada. Estava assim, completamente sufocada. Queria se acalmar e não conseguia. Esteve rolando na cama, sem pregar os olhos. Seu corpo queimava, clamando pelo de Fabiana. Queria tocá-la, queira senti-la. Precisava daqueles beijos e daquelas mãos em seu corpo. Queria perder-se no corpo dela. Suas mãos queimavam ansiando por...
- Carina estava nos contando que vocês dançaram muito ontem.
Sara ergueu os olhos fitando o pai perdida.
- É.
- Eu sabia que iriam se divertir!
- A boate estava lotada. – Carina contou, fitando Fabiana – Foi ótimo! Devíamos repetir a dose.
- Nãoooooo!
Sara percebeu o olhar de todos voltando na sua direção.
- Não agüento duas noites seguidas neste ritmo. – Explicou, levando a xícara à boca.
- Na sua idade? Na seja tola! – A mãe riu admirada – Fabiana tem vinte e seis anos e tem muito mais pique que você.
- É uma questão de costume. – Respondeu baixo.
- Não sei. – Susana riu, pegando uma fatia de bolo – Você devia mesmo viver mais!
Sara suspirou, buscando Fabiana com os olhos agitados. Ela saboreava seu café muito tranquila. Seus olhos desceram pelo decote da blusa de seda que ela usava. Estremeceu sentindo o sexo ensopar na hora. Odiou sua fraqueza abaixando os olhos para fugir dos dela.
- Pensamos em passar a manhã na praia. – Antenor comentou tocando a mão de Sara naquele instante – Som, sol, cerveja e mar. O que acha?
- Não pai, acho que vou tentar dar um cochilo. Amanhã volto ao trabalho e se durmo pouco fico péssima. Vão vocês.
Ficaria louca vendo Fabiana de biquíni, sem poder tocá-la. Já esta louca vendo de roupa, imagine de biquíni.
- Então descanse, nós nos encontramos para saborear um drinque antes do almoço. Vamos pessoal?
Saíram todos e ela ficou ali fumando distraída. Tinha dito para Carina que não queria ter um amor. Era verdade, não queria mesmo. Não queria ficar presa a uma pessoa. Ficar constantemente ansiosa, pensando, desejando e fantasiando. Tinha conseguido viver tranquila até aquele instante de sua vida. Vivia em paz, até colocar os olhos naquela mulher na sala de espera de Adriana. Por que simplesmente não conseguia parar de pensar nela? Por que seu corpo queimava e ardia tanto ansiando pelo dela? Não queria viver assim. Precisava se afastar até conseguir recuperar seu controle. Podia ir embora, claro! Afastou a cadeira erguendo-se decidida. Foi até seu quarto e pegou a mala. Fechou e abriu de novo. Chegou até a janela agitada. Queria ir embora, precisava ir. Viu Fabiana e afastou a cortina para não vê-la mais. Ia embora e estava acabado.
Antenor e Carina estavam nadando, uma hora mais tarde. Susana e Fabiana fumavam debaixo da sombrinha de praia. Podiam ver dali Sara andando desorientada na varanda da casa lá em cima.
Susana desviou os olhos da filha, fitando Fabiana.
- O que fez para deixá-la neste estado?
- Não fiz nada, mas aposto que está lutando consigo mesma.
- Você sabe que se a pressionar demais, vai acabar por perdê-la.
- Talvez – Fabiana falou misteriosa.
- Estou preocupada Fabiana. Ela está muito perturbada.
- Também estou, mas não posso demonstrar.
- Ah Fabiana! Você acha que Sara está começando a gostar de você?
- Não sei, não sei mesmo. A sua filha é um mistério difícil de decifrar...
- Mas não fez amor com ela? Como é que não sabe?
Fabiana riu, observando Sara disfarçadamente.
- Sua filha não quer se envolver. Ela não quer amar, não quer se apaixonar e nem ansiar por ninguém. Eu sinto que ela tenta ficar fria, distante. Ela só quer uma relação onde não corra riscos. Ela me disse que seria assim e fingi que aceitei. Não está sendo fácil pra eu tê-la em meus braços e fazer amor fingindo que não sinto nada além do desejo. Eu não a pressionei, não se preocupe.
- Vá ao quarto dela. É melhor não dar muito tempo para ela pensar. No caso de Sara pode acreditar, se ela tiver tempo para pensar ela vai acabar fugindo de você. Eu sinto que ela está com muito medo de gostar de você de verdade. – Sugeriu animada.
- Eu também sinto isto. Eu não vou ao quarto dela.
- Por que não?
- É ela que tem que vir a mim.
- Mas um empurrãozinho não faz mal a ninguém Fabiana!
- Com Sara tem que ser diferente. Se eu ficar no pé dela ela vai me esnobar.
- Como pode saber? Não entendo!
- Você não conhece sua filha! É uma mulher moderna, que planejou o estilo de vida que deseja ter. Invadir a privacidade dela, deixando-a perceber meus sentimentos, só vai servir para deixá-la mais segura.
- Ela tem uma amante? É isto que está querendo me dizer?
- Não! Eu disse que ela é moderna, livre, segura e liberada. Se eu tiver muita sorte, vou encontrá-la no meu quarto quando subir. Pelo menos é o que estou rezando para acontecer.
- Tomara que esteja mesmo lá.
- Bom, se estiver lá, você deve nos interromper.
- Como? Mas...
- Sei o que estou fazendo. – explicou, rindo para ela.
Fabiana pegou um cigarro, tragando em silêncio, por algum tempo. Susana observou-a e perguntou amigável:
- Está preocupada com sua irmã, não é Fabiana?
- Um pouco. Quando estou na cidade posso ficar de olho, mas estando aqui foge ao meu controle! – Suspirou, se erguendo – De qualquer forma, amanhã logo que chegar à cidade irei vê-la.
- O que vai fazer se acontecer de novo?
- Vou levá-la pra viver comigo, é o jeito! Assim poderei protegê-la realmente. Eu vou subir, não esqueça.
- Tá bom.
CONTINUA…


Poxa maldade... como pode parar assim do nada kkkkk. Maravilhoso este conto.
ResponderExcluirMuito bom... agora dá mais vai... beijos amiga.
Oi Drika,
ResponderExcluirUai, o trem tem continuação. É por isto que você compra todos para ler de uma vez só rs.
Sei que ler aos pedaços da muita ansiedade.
Beijos amiga.
Astridy