sábado, 18 de outubro de 2014

Sentimentos Inesperados. - Capítulo 14


No horário marcado, às duas da tarde, Patrícia entrou no ateliê de Samanta. Passou a chave na porta aproximando dela com um sorriso provocante.
       - Amor? – Samanta perguntou confusa. – Já estão todos reunidos nos aguardando para resolvemos os termos sobre a assinatura do seu contrato.
       - Você é a chefe, eles têm que esperar por você. Senti uma saudade infinita dos seus beijos.
       - Eu também, amor. – Samanta sorriu beijando-a apaixonadamente.
        Patrícia envolveu mais a cintura dela roçando seus sexos excitada. Samanta gemeu tentando deter o beijo, mas Patrícia não permitiu. Desceu a mão acariciando as pernas dela.
        - Calma meu amor... – Samanta pediu tentando contê-la.
        - Estou calma. Só vou te sentir um pouquinho.
        - Ai, querida ela está meio dodói...
        - Ah dodói? Então precisa de carinho para ficar boa logo. – Sussurrou entre os lábios dela. A mão subiu acariciando por cima da calcinha. Samanta gemeu sem resistir.
              - Oh...
              - Ai, ela tá latejando! – Patrícia falou afastando a calcinha de uma vez. Entrou nela delicadamente. Seus dedos deslizaram ali enquanto ela sorria comentando excitada. – Ela está dodói, mas molha direitinho quando toco nela.
          - É que eu não sou de ferro.
Patrícia pegou a mão dela, erguendo o vestido e colocando-a sobre seu sexo.
          - Toca em mim, me dá carinho também...
          - Ai, safada... Vou dar sim. – Gemeu afastando a calcinha para entrar nela. Quando a sentiu molhada daquele jeito, roçou a boca na dela perdendo a cabeça – Você é vulcão mulher.
          - Sou sim. Preciso ser acudida a toda hora. Ai que delícia de dedinhos! Safadinhos eles, ai adoro, não para. Ai...
         - Gostosa...
         - Sou...
         - Mexe gostosa! Rebola para mim. Ai...
         - Come sua mulher. Come que eu faço tudo que você quiser. Aiii...
         - Eu como, preciso te comer, ai, deixa por trás Patrícia...
         - Aqui não! – Riu entrando e saindo dela mais rapidamente. – Em casa, hoje à noite...
         - Ohohoh...
         - Geme baixinho, baixinho... – Sussurrou no ouvido dela passando a rodear o clitóris deliciada. – Geme no meu ouvido. Só pra mim, geme. Ai...
         - Ah gostosa, que buceta deliciosa...
         - Mais...
         - Amo você minha puta...
         - Ai...
         - Cachorra! – Samanta falou enquanto deliciava-se com os dedos no clitóris dela.
         - Vou gozar para você... – Patrícia avisou já explodindo de prazer.
         - Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii... Também vou, gozaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa...
         - Oooooooooooooooooooooooo...
Elas ficaram abraçadas até suas respirações voltarem ao normal.
Foi Patrícia que afastou dela comentando séria:
          - Vou lavar minhas mãos e nós vamos para a sua reunião. Está bem?
          - Sim, tenho que lavar as minhas também. – Sorriu indo até o banheiro com ela.
Depois de lavarem as mãos foram para a reunião.
Patrícia cumprimentou os presentes, ouvindo tudo que falaram. Depois pegou o contrato lendo com muita atenção. Enquanto lia, ignorou os advogados, Samanta e Sandrine que aguardavam olhando-a curiosos. Quando terminou de ler, colocou o contrato sobre a mesa com um sorriso.
          - Muito interessante, mas um contrato de dois anos? Já posso sentir aquelas amarras me prendendo.
          - Pelos termos Patrícia, você ficará livre para fazer desfiles até fora do país se quiser. – Sandrine explicou confusa. – Você está tendo algo que nenhuma agência vai te dar.
          - Também estou dando o que nenhuma agência terá! – Respondeu fitando Samanta com atenção. – Concorda?
          - Claro! – Samanta respondeu sorrindo e pegando o contrato rapidamente. – O que você quer que eu coloque aqui?
          - Um contrato de seis meses seria o ideal.
          - Perfeitamente! – Samanta respondeu escrevendo a caneta seis meses e entregando o contrato para a secretária pedindo séria. – Mande redigir e traga de volta agora mesmo, por favor!
          - Como quiser! – A secretária respondeu saindo com o contrato rapidamente da sala.
          - Samanta? – Sandrine chamou atenção de Samanta apertando o braço dela delicadamente. Mas Samanta não a olhou, continuou olhando encantada para Patrícia. – Samanta?
          - Oi? – Ela perguntou voltando-se de uma vez para Sandrine. – O que foi?
          - Você está tratando de negócios aqui, se lembra?
          - Ora, mas é lógico que estamos tratando de negócios. Do que mais seria?
         - Seis meses não é um fato comum nos contratos que as modelos assinam com a sua agência, Samanta! Acho que isto precisa ser analisado com mais calma. – Sandrine aconselhou cautelosa.
         - Realmente Samanta, acredito que para a sua agência não é conveniente um contrato com um prazo tão...
         - Só quero que ela desfile para mim! – Samanta cortou fitando o advogado decidida. – O prazo não me importa. O que sei eu do amanhã? O que sabem vocês? Ora meu Deus, ela é a modelo do momento! Eu a quero na folha de pagamento desta agência. O resto são questões menos relevantes. Não me importam as conveniências e nem os termos. O assunto está encerrado!
        - A questão é que um apartamento mobiliado e um carro, além do salário exorbitante, extrapolam o admissível para um contrato reduzido para seis meses! – Outro advogado comentou admirado com Samanta.
       - Realmente não vim aqui para causar transtornos. – Patricia falou encarando os advogados e Sandrine.
       - A senhorita há de convir que vantagens deste porte não se justificam num contrato no prazo que acabou de estipular aqui. – O advogado explicou para Patrícia seguro de si.
       - Recebi propostas muito mais vantajosas do que Samanta está oferecendo agora. Não tenho interesse algum em assinar um contrato e se aqui estou é porque Samanta me pediu. Logicamente não estou apreciando o andamento das coisas e acredito que é melhor não assinar contrato nenhum!
       - Ignore-os, Patrícia! – Samanta pediu com doçura. – Aqui é você quem dá as ordens. Somos meros espectadores seus. – Sorriu encarando os advogados e depois Sandrine. – Não é verdade minha gente?
   Todos concordaram confusos balançando a cabeça.
Samanta sorriu mais satisfeita comentando em seguida:
       - Seria uma pena que cabeças rolassem por causa de um simples contrato entre amigas. Todos aqui entenderam que você vale mais do que estou me propondo a te pagar. Agradeço muito que tenha vindo me atender.
       - Para mim foi um prazer fechar negócio com a sua agência. – Patrícia respondeu tranquila.
       - Os prazeres serão nossos. – Samanta prometeu com um brilho intenso nos olhos.
       - Obrigada!
O contrato foi assinado momentos mais tarde. Todos saíram deixando as duas a sós.
Patrícia beijou Samanta apaixonadamente agradecendo orgulhosa.
       - Você foi maravilhosa tomando meu partido.
       - O amor me cegou! – Samanta confessou encantada. – Perdi o juízo e a razão por sua causa.
       - Assim você me deixa sem jeito. Agora preciso ir para um desfile. Desculpe, mas já estou atrasada.
       - Você vai me encontrar lá em casa essa noite?
       - Vou sim, Samanta! – Respondeu beijando-a e saindo às pressas.

 Carmem Santiago abriu um largo sorriso quando o padre Antônio apareceu para tomar o chá da tarde com ela naquele dia.
Apontou uma cadeira para ele, sentando diante dele sem esconder sua satisfação.
      - Que prazer receber o senhor aqui, padre! Infelizmente não tive condição de ir às missas nestes últimos dois meses.
      - Não Carmem, entendo muito bem o seu estado de ânimo. Como você tem passado?
      - Ah padre, tenho estado muito triste! Sinto uma saudade imensa da minha mãe. Fico aqui nesta casa sem ver muita graça em nada.
      - Você não gostaria de ajudar na distribuição da sopa para os pobres na igreja?
      - Sim, acho que será muito bom sair um pouco daqui.
      - Você precisa ver a obra do hospital. É incrível o que o dinheiro faz. Patrícia é uma pessoa boa demais! Tenho rezado muito para que ela consiga ser feliz.
      - Ah sim, eu penso muito nela. Na força e na coragem que o senhor contou-me que ela tem. Ela está se recuperando bem da morte da amiga?
      - Sim, muito bem! Patrícia é muito sensata. Ela sabe que nestes casos é preciso entender que Deus sabe o que faz.
O padre inclinou pegando a xícara e viu uma revista com a foto de Patrícia na capa sobre a mesinha de centro.
      - Vejo que você está acompanhando a carreira dela de perto.
Carmem olhou a revista comentando baixo:
      - Já disse ao senhor que eu a acho maravilhosa. Depois de tudo que me contou que ela passou, de fato leio tudo sobre ela. Por acaso ela conseguiu conquistar o coração da estilista?
      - De fato conquistou sim. Elas estão apaixonadas. Formam um lindo casal.
      - Acho bonito o senhor não ter preconceitos. – Carmem comentou admirada.
      - Preconceito não passa de ignorância e falta de cultura. Como poderia ter preconceito contra uma pessoa negra? Ou contra uma pessoa obesa? Contra duas pessoas do mesmo sexo que se amam? De forma alguma! Todas as pessoas assemelham-se espiritualmente. As diferenças e a conduta de cada pessoa, sua orientação, opção ou o tipo de vida que vive não me cabem julgar, muito menos creio que Deus julgue um de seus filhos aqui neste mundo. Eu tenho trinta e cinco anos de idade, imagine você. A meu ver, o que deve unir as pessoas é o amor. O amor é que dá tranquilidade e paz ao coração de todos os seres humanos.
        - Infelizmente padre devo confessar que acharia maravilhoso se a sua amiga Patrícia não fosse apaixonada pela estilista. Gostaria de tê-la conhecido primeiro. Quem sabe eu teria tido a chance de conquistá-la? Mas infelizmente nós nunca nos cruzamos e foi através do senhor que eu me encantei perdidamente por ela.
        - Eu percebi isto muito bem Carmem, mas creio que foi devido a sua fragilidade com a perda da sua mãe nas mesmas condições em que a mãe e a amiga de Patrícia morreram. O fato de ambas terem morrido de AIDS despertou o seu interesse nela. Você sabe que ter ilusões com relação a ela será doloroso demais para você, não é mesmo? Realmente ela está apaixonada por Samanta e acredito que elas serão muito felizes juntas.
        - O senhor tem toda a razão, alimentar este sentimento por uma mulher que está apaixonada por outra é uma grande loucura. De qualquer forma a vida é assim mesmo, nem sempre quem desejamos pode nos pertencer. Não se preocupe, pois entendo muito bem que seja assim. A vida é sempre mais real do que nós queremos que seja.
        - Infelizmente é sim. Mas ia te contar sobre a obra do hospital. Com a última doação, as paredes começaram a ser erguidas. O arquiteto acredita que a obra está... 
                                                         Continua...

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Acordando. - Por Astridy Gurgel

sábado, 11 de outubro de 2014

Passando Por Nós. - Por Astridy Gurgel

Apresentar a namorada para os pais.


Chamada: Cada pessoa tem o seu tempo.
Olá moças! Estive ausente por um tempinho. Estou voltando hoje com um assunto que muitas enfrentam no dia a dia. Apresentar a namorada para os pais. 
Não é fácil começar um relacionamento quando a família não aceita a parceira. Quando passamos a ter certeza que somos realmente lésbicas, isto bem cedinho quando éramos mais novas, um dos primeiros desejos era este, que a família aceite a nossa parceira sem muitos problemas de cara.
Realmente é um desejo que vai diminuindo com o tempo. Chega uma hora que se torna normal apresentar a namorada em casa ignorando o fato dos pais demonstrarem na hora que não gostaram dela.
Existem duas situações. A primeira é quando os pais não sabiam que a filha é lésbica e levam um choque. A casa cai completamente. Na mente deles a filha está tendo intimidade com uma mulher. Os amigos deles irão saber. Os vizinhos, a família, todas as pessoas do seus círculos de convivência irão saber. Será um escândalo! Um horror! Não criaram uma filha para namorar mulheres, etc.
Quando eles já sabem que a filha é lésbica e não aceitam a parceira assim que batem os olhos nela também é complicado. Na verdade a primeira impressão deles é equivocada, já que não conhecendo não tem como gostar ou desgostar. Este primeiro contato nem sempre quer dizer que nunca irão aceitar aquela mulher.  
Temos que entender que eles vão sentir aversão a qualquer estranha que entre na nossa vida. Ela pode ser a mulher mais linda do mundo, na visão deles, vai estar nos roubando deles. Roubando a atenção, roubando o tempo, coisas assim e muitas outras.
Neste choque inicial muitas desanimam achando que está tudo perdido. Nesta de querer que aceitem, erra-se inúmeras vezes. Falar em relaxar nesta hora parece impossível, só que é a melhor solução. Relaxar e tocar a vida como se não percebesse a oposição crescente deles.
É curioso perceber e acredito que inúmeras lésbicas tenham passado por isto, que o fato de deixar de incomodar-se com a oposição é um santo remédio. A mudança de atitude é o mesmo que passar a ver a situação com outro olhar. Já que no choque inicial acontece um afastamento quase inevitável em alguns casos, com a mudança de atitude este afastamento tende a ir diminuindo com o tempo.
Claro que alguns pais são mais inflexíveis e demoram mais a ceder. Pode levar meses, de outras vezes anos. A questão é delicada e não adianta insistir. Não adianta fazer chantagens, não adianta acusá-los, não adianta gritar, chorar, desesperar. A única forma de conseguir mudar a situação é tendo muita paciência. Diria até que se for possível, é melhor não tomar nem conhecimento da opinião deles. Essa é uma ótima escolha para não sofrer além do necessário.
Pode parecer uma atitude fria. Algumas podem até dizer:
- Oh não Astridy! Ignorar meus pais? Como assim? Eles são tudo que mais amo neste mundo...
É claro que os pais são tudo que mais se ama na vida, porém eles também podem magoar. Sem se proteger ninguém aguenta a barra.
Não existe situação conflitante, que olhada após alguns meses não tenha desencadeado melhoras. O que não adianta é bater boca e partir para a briga.
Relaxar e deixar as coisas irem tomando o seu rumo demonstra que não se quer impor nada.
Poucas lésbicas têm pais maleáveis e cabeça aberta. Aquelas que possuem pais que almejam vê-las casadas e com filhos sofrem mais. É indiscutível o quanto essa situação é caótica para os pais que tem sonhos e planos para o futuro das filhas. Desta forma, não custa dar uma força esperando que a ficha vá caindo aos poucos.
Costumamos ouvir coisas do tipo: “Os pais sempre sabem.” Nem todos percebem e nem todos sabem. Nem todo mundo é totalmente atento.
É por aí. É melhor relaxar para diminuir o desgaste e o sofrimento de todos.
Ótimo final de semana para vocês!
Astridy Gurgel
Postado no Parada Lésbica em 10/10/2014.

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Sentimentos Inesperados. - Parte 13


No dia seguinte, foi Samanta quem pulou da cama olhando as horas assustada.
- Nossa! Perdi a hora! – Falou correndo para o banheiro.
Patrícia a seguiu sentando no vaso sanitário. Samanta a olhou de dentro do boxe contando séria:
- Estou acabada, amor. Você precisa cuidar de mim! Tenho que tomar vitaminas, guaraná em pó, gemada. É verdade que gemada é forte?
- Ovo é sempre bom, querida! – Patrícia respondeu sorrindo carinhosa.
- Aiii...
- O que foi Samanta?
- Ah, minha vagina está acabada. Você vai me deixar fora de combate assim. Que fogo que você tem! Vou dar uma lista para Sandrine providenciar. Se não me cuidar, não te aguento não.
- Não faça drama, eu posso ir mais devagar. Não exagere! – Patrícia comentou entrando ao lado dela no chuveiro. Desceu a mão tocando a vagina com carinho, mas Samanta gemeu falando admirada.
- Não amor! Estou no osso mesmo...
- Comigo não tem nada disto não, Samanta. – Patrícia respondeu prendendo-a contra a parede e mergulhando a boca na dela. O dedo escorregou gostosamente dentro da buceta. Samanta gemeu abrindo mais as pernas sem resistir.
- Oh...
- Faço com carinho, está vendo? – Patrícia perguntou no ouvido dela.
- Ai... Estou... Oh...
- Isto... Adoro assim. Uma rapidinha antes de você ir trabalhar. Para pensar em mim. Para não me esquecer...
- Ohhhh...
- Safada, gostosa, cachorra...
- Ooooooooooooooooooooooooooo...
- Acho uma delícia este seu gemido quando você goza para mim. – Patrícia sussurrou forçando o corpo dela para que ela ficasse de quatro ali de baixo do chuveiro, mas Samanta afastou-se confessando agitada.
- Calma amor, eu tenho que sair. Não aguento mais não, preciso descansar um pouco. Deixe para mais tarde.
Patrícia sorriu pegando o sabonete com um ar malicioso. Samanta olhou para ela falando admirada:
- Você não me escuta, eu só...
De uma forma incrível Patrícia a virou descendo a mão ensaboada até a bunda dela. Samanta gemeu na hora que ela a penetrou com o dedo delicadamente no ânus.
- Ohhhhhhhhhh...
- Isto... Abaixa o corpo que eu entro melhor.
Ela abaixou já rebolando sem controle para ela. Patrícia posicionou-se a possuindo enlouquecida. Seu dedo escorregava entrando e saindo numa maciez incrível por causa do sabonete. Com a outra mão, tocava o clitóris dela massageando-o enlouquecida de desejo. Samanta estava delirando de tanto prazer. Rebolou desnorteada até explodir num gozo intenso.
- Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii...
Assim que gozou ela se desvencilhou de Patrícia beijando-a enlouquecida. Empurrou-a contra a parede gemendo entre os lábios dela.
- Você é tarada demais, safada.
- Sou sim...
- Sei o que você quer. Quer que eu coma essa buceta antes de sair, não é?
- É! Quero que coma meu rabinho. Agora! – Falou entregando o sabonete para ela. – Vem! Mete na sua puta...
Samanta alucinou na hora entrando nela sem pensar em mais nada. Olhava o movimento sensual das nádegas dela passando a língua pelos lábios excitada.
- Cachorra, safada...
- Vem, não para...
- Toma minha puta, olha que metida boa...
- Ai...
- Que delícia este rabo, ai...
- Mete! Mais... Ai, mais...
- Oh...
- Pegue no meu clitóris. Esfrega-o. Aperta ele com carinho. Ai...
Samanta levou a outra mão ao clitóris dela enlouquecida. Tocou nele no mesmo ritmo em que a possuía. Minutos depois Patrícia explodiu num gozo delicioso.
- Ooooooooooooooooooooooooooooo...
Samanta a puxou para seus braços pedindo entre os lábios dela.
- Amor? Fica quieta agora. Preciso recobrar as forças.
- Fico. – Respondeu sorrindo e beijando-a com paixão. – Você é uma delícia, Samanta!
- Você também, mas tenho que ir.
- Pode ir. Agora eu deixo você ir. – Comentou passando a mão na bunda dela.
Samanta saiu correndo do chuveiro começando a rir.
- Você não tem jeito, Patrícia!
- Uai! Foi só um carinho. – Falou passando a ensaboar o corpo. – Eu te encontro à tarde. Ah, e não esquece que precisa começar a comer aquelas coisas que te falei ontem.
- Ô eu vou comer! Ô se vou! – Respondeu deixando o banheiro com um sorriso lindo no rosto.
Do quarto, Samanta gritou para ela:
- Não precisa se apressar. Vou pedir alguém para trazer o café da manhã aqui no quarto para você. Até às duas.
- Até!

Quando Patrícia saiu do banheiro, pegou sua roupa vestindo tranquilamente. Depois saiu para a varanda, admirando a vista com atenção. Debruçou na sacada dando um suspiro feliz. Neste instante ouviu a voz de uma mulher dentro do quarto:
- Bom dia! Trouxe o desjejum! Posso servir a senhorita agora?
Patrícia entrou no quarto dando um lindo sorriso para a criada. A moça estava parada ao lado da mesinha esperando que ela sentasse para servi-la.
- Obrigada, mas não precisa me servir. Posso fazer isto sozinha. Vá cuidar dos seus afazeres, por favor!
- Mas a patroa...
- Não conte para ela! – Piscou sentando e pegando o bule sem deixar de sorrir – Nunca fui de frescuras. Pode ir tranquila!
- Obrigada, senhorita! Com licença!
- Fique à vontade!
A moça saiu e ela tomou o café com muita calma. Comeu os ovos mexidos tomando uma xícara de leite. Depois comeu alguns morangos sorrindo imensamente satisfeita. Tomou ainda uma xícara de café preto com um pedaço de queijo. Sentindo-se satisfeita, ela se ergueu andando pelo quarto curiosa. O quarto era amplo e confortável. Nas paredes pôde ver vários quadros pendurados.
Patrícia viu uma porta fechada e abriu-a dando num pequeno ateliê. Viu vários desenhos sobre a mesinha pegando-os curiosa. Os modelos que Samanta desenhava eram maravilhosos. Olhou um a um, deixando no mesmo lugar. Viu um envelope escrito por fora: Fotos da coleção verão. Primeiro desfile de Patrícia Valadares. Pegou o envelope olhando todas as fotos com um sorriso. Tinha mais de cem fotos ali. De todas as posições e com todos os modelos que tinha usado naquele primeiro desfile.
O telefone que estava na mesa começou a tocar acionando a secretária eletrônica que ligou automaticamente. A voz de uma mulher soou depois que a máquina solicitou deixar o recado.
- Samanta? Betina Clark! Soube que Patrícia Valadares está fazendo desfiles para você. Não nos falamos há muito tempo. Gostaria que ela desfilasse com os modelos da minha nova coleção. Lembre-se que te emprestei Bruna Ramos e você a roubou de mim. Por falar em Bruna, soube que ela morreu de AIDS. É verdade? Não sei até hoje como você conseguiu tirá-la das passarelas. Dê-me um retorno sobre Patrícia. As portas internacionais estão abrindo para ela, por isto não podemos perdê-la, não é mesmo? Ligue-me! Beijos, ma chérie! 
A ligação terminou e Patrícia guardou as fotos saindo dali.
No quarto serviu uma xícara de café puro pensativa. Era engraçando estar sendo tão solicitada no mundo da moda. Dois anos atrás mal conseguia fazer um desfile. Até Betina Clark a queria na sua nova coleção. Aquilo com certeza era a fama de fato. Com um sorriso, pegou sua bolsa descendo decidida.
Assim que pisou na sala, viu a senhora sentada na cadeira de rodas.
        - Bom dia! Sou amiga de Samanta. Dormi aqui. Espero que não se importe.
A mulher a olhou respondendo tranquila:
- Bom dia! Não me importo com o que minha filha faz. Mas se dormiu aqui é porque é a namorada dela.
        - Ah, sim, sou sim. É um prazer conhecer a senhora! – Patrícia sorriu estendendo a mão para ela.
        - O prazer é meu. Ela namorava outra moça que morreu, mas não cheguei a conhecer. Minha filha é reservada. Mas é uma filha maravilhosa, você não faz ideia.
        - Ah, com toda certeza ela é.
        - Ela foi ao meu quarto antes de sair e falou-me sobre você. Disse que te ama demais. Então você a ama também?
        - Amo! Amo demais a sua filha. Farei tudo para fazê-la feliz.
        - Isto é tudo que eu precisava ouvir. Sabe que essa madrugada eu pensei ter ouvido lobos rondando a casa? Eles estavam uivando muito alto. Você não ouviu?
       - Oh não! Mas alguns cachorros de rua emitem este som realmente. Agora preciso ir. Tenha um ótimo dia!
       - Obrigada! Você também. Até logo!
       - Até logo! – Patrícia respondeu saindo de uma vez dali. 
                                                       Continua...

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Dia Feliz... - Parte 2 - Por Astridy Gurgel

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Dia Feliz... - Por Astridy Gurgel

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Sentimentos Inesperados. - Capítulo 12


Sandrine entrou correndo na sala de Samanta às três da tarde, ligando a TV rapidamente.
Samanta ergueu a cabeça olhando-a confusa.
- O que foi mulher?
- Estão transmitindo o desfile da “Torran” na TV a cabo. Venha ver aqui.
Samanta sentou diante da TV assistindo com grande atenção. Patrícia não contou que o desfile seria televisionado. O desfile era de modelos de noite e roupas íntimas. Viu Patrícia surgindo numa camisola sexy, linda, que exibia seu corpo maravilhoso. O alvoroço que a entrada dela causou foi imenso. Samanta assistia suspirando. Quando ela apareceu num vestido de noite o alvoroço foi maior.
Ao fim do desfile, o estilista da “Torran” foi entrevistado. Todos os repórteres queriam saber sobre a modelo Patrícia Valadares. O estilista sorriu declarando apenas:
- “Estamos quase fechando com Patrícia. Ela é uma modelo de nível internacional e não pretendemos perdê-la. Certamente ela será contratada para a próxima temporada.”.
Sandrine desligou a TV voltando-se para Samanta confusa.
- Pensei que você tinha conseguido convencer Patrícia a assinar um contrato.
- Falamos sobre isto hoje, mas ela não quer assinar um contrato.
- Aumente a proposta. Toda modelo tem um preço!
- Tenho que ir devagar Sandrine, nós estamos namorando agora. Misturar negócios com amor é complicado.
- É mesmo? Vocês estão juntas?
- Estamos sim. Você já sabia que eu estava completamente apaixonada por ela. Ela virou minha cabeça, não penso em outra coisa.
- Nunca te vi tão enamorada por ninguém. Proteja este coração e tenha cuidado, Patrícia é bonita demais. Acho que você não percebeu ainda, mas todas as agências querem assinar com ela. Estão fazendo propostas bem audaciosas. Abra os olhos!

Patrícia chegou às nove da noite na casa de Samanta.
Beijaram-se no hall apaixonadas. Samanta levou-a para a sala. Ali um mordomo e uma criada vieram servi-las. Quando deixaram a sala, Samanta comentou séria:
- Vi o desfile pela televisão. Você estava linda! Fiquei super excitada!
- Ficou? – Perguntou cruzando as pernas com sensualidade. – Viu algo que eu não tenha te mostrado?
- Essa sensualidade toda não se percebe numa primeira noite. Quando você desfilou minha coleção, estava diferente.
- Subi numa passarela depois que acabei de fazer amor com você. O que esperava? – Perguntou maldosa. – Ainda estava te sentindo.
- Foi o que eu imaginei. Mas fiquei insegura sem ter muita certeza.
- Esteja certa. Estava revivendo nossos momentos em cada segundo daquele desfile.
- Também não consegui parar de pensar em você.
- Que bom!
- Soube que tem recebido muitas propostas. Por que não me contou?
- Você está entrando em minha vida agora. Já recebo essas propostas há um bom tempo.
- A “Torran” disse que estão negociando com você.
- Mentira! Eles fizeram algumas propostas, mas recusei todas.
- Tenho que confessar que não sabia que você era tão profissional numa passarela. Sandrine até me disse que você era uma das melhores modelos do momento, mas estava envolvida demais com a doença de Bruna e não prestei muita atenção nas palavras dela. Além disto, você estava afastada e não pude saber ao certo.
- E agora você sabe?
- Sim! Agora eu sei! Vou te fazer uma proposta amanhã no meu ateliê. Vou cobrir todas as ofertas que estão te fazendo. Não quero te prender, Patrícia. Se pudesse impediria você de ser modelo. Porque morri de ciúmes da maneira como te olhavam hoje. Mas eu não posso! Eu te amo e não posso! Não posso podar e nem prender. Amanhã às duas da tarde vou te receber de profissional para profissional. Você irá?
Patrícia sustentou os olhos dela por um longo tempo. O seu maior sonho sempre foi desfilar para Samanta. Quando Bruna começou a namorar com ela, imaginou que iriam se conhecer e que poderia realizar aquele sonho. Pensou muitas vezes em pedir Bruna que as apresentasse. Mas não teve coragem porque se sentiu uma traidora. Porque quando Bruna lhe contava das transas que elas tinham, sonhava em conhecer Samanta na intimidade. Sentia-se tão culpada, que nunca pediu para ser apresentada para ela. Não houve um único dia naquela casa de campo que não tenha rolado na cama, ansiando para ir ao quarto dela. Ardia por ela. Delirava por ela sem conseguir dormir, comer ou pensar com clareza. Muito antes de conhecê-la, quando Bruna começou a contar das intimidades delas e só a via em revistas, já sonhava em ir para a cama com ela. Não era mais um sonho. Estava ali sentada na sala dela. Na casa que Bruna nunca foi convidada para entrar. Como a vida era estranha. Além de ser amante dela, Samanta ainda queria que assinasse um contrato profissional, afinal Bruna também era modelo e nunca recebeu um convite. Não era mais um sonho.
- Você irá, Patrícia? – Samanta perguntou inclinando-se para tocar a mão dela com carinho. - Irá?
- Certamente que irei! – Respondeu segura.
- Graças a Deus! – Samanta suspirou puxando-a para seus braços no largo sofá. - Como você pode ficar tantas horas sem me dar um único telefonema? Não sentiu saudades?
- Lógico que senti, apenas não tive tempo hoje. – Sorriu abrindo os lábios para receber os dela. Correspondeu ao beijo, mas fugiu sem jeito comentando. – Os empregados podem aparecer.
Samanta sorriu afastando dela. Sustentou seus olhos comentando irônica:
- Pelo seu desempenho na cama ontem, não pensei que se preocupava com alguma coisa.
- Ah é? O meu desempenho na cama pelo que sei foi bem satisfatório. Fora da cama prefiro não me exibir para ninguém. Acho que você percebeu que sou um pouco barulhenta. Quando estou... Hum, você sabe. – Falou abaixando o tom de voz. – Meus gemidos são incontroláveis. Só não gosto de chocar ninguém. – Concluiu maldosa.
- Eu percebi sim.
- Ah, mas se você tiver queixas posso ficar muda. Garanto que ninguém vai saber que estou na área. – Acrescentou sorrindo desta vez.
- Nem pensar, venha, vamos para o meu quarto.
- Mas e a minha sogra? Quando terei o prazer de conhecê-la? – Perguntou fingindo-se de ofendida.
- Vai conhecer minha mãe no café da manhã. – Samanta respondeu rindo dela. – Você é brincalhona assim mesmo ou só está me gozando?
- Você me trouxe na sua casa, não estou te gozando, mas brinquei com você sim. Pelo jeito não vamos ficar trancadas naquele apartamento. Isto está me agradando demais.
- Não tenho mais medo de ninguém ficar sabendo do meu amor por você.
- Ora, mas isto é um grande progresso.
Chegaram ao quarto neste momento. Patrícia olhou envolta dando um sorriso.
- Patrícia?
- Oi, querida. – Ela respondeu soltando a bolsa. – Ali é o banheiro?
- Sim. Mas Patrícia?
- Sim querida, só um momento. – Pediu piscando para ela.
Patrícia entrou no banheiro e Samanta ouviu o som do chuveiro. Ela olhou para a cama ansiosa. Tirou as almofadas que estavam sobre a cama guardando no armário. Parou fitando a cama novamente dando um suspiro. Foi até as janelas abrir as cortinas. Parou olhando o jardim lá fora e fechou as cortinas novamente. Foi até a porta e trancou-a rapidamente.
Ouviu a voz de Patrícia neste instante estremecendo.
- Querida? Posso usar uma destas toalhas que estão dobradas aqui?
Samanta correu até a porta do banheiro respondendo sem entrar.
- Sim amor, claro que pode. Você merecia uma toalha bordada a ouro, mas use uma destas aí por hora.
Assim que falou isto levou as mãos à cabeça sentindo-se uma idiota.
Falou baixo consigo mesma:
- Oh droga! Não diga bobagens, vai acabar assustando ela. Oh céus! E agora? – Olhou para a cama incomodada. Tinha algo errado nela, ao menos ela cismou que tinha. – O que fizeram nesta cama? Aiiiii acho que com aquelas almofadas vai fica melhor! 
Voltou até o armário correndo. Abriu a porta pegando as almofadas e ouviu a voz de Patrícia entrando no quarto.
- O seu chuveiro é uma delícia. Igual a você!
Samanta a olhou abraçada às almofadas. Patrícia sorriu deixando a toalha cair ao chão. Samanta soltou as almofadas abrindo a boca sem esconder o quanto vê-la nua a deixava perturbada.
- Meu Deus você é tão linda!
- Sou sua, venha aqui! – Patrícia sussurrou chamando com o movimento do dedo.
Samanta foi até ela abraçando-a de uma vez. Patrícia a olhou surpresa perguntando confusa:
- O que ainda está fazendo de roupas?
- Ah! Eu estava pegando umas almofadas para nós. – Respondeu abobada.
- Almofadas? Ah você acha mais confortável com almofadas? – Patrícia perguntou sorrindo maliciosa. – Tudo bem, eu entendi. Agora me deixe te ajudar a tirar essas roupas incômodas. – Pediu enquanto abria a blusa dela. Em seguida abaixou levantando a saia até os pés dela. Puxou em seguida a calcinha. Então se ergueu olhando-a com adoração. – Gosta que eu tire a sua roupa, foi bom saber.
- Gosto... – Samanta falou rindo bobamente.
- Você não sabe há quanto tempo eu...
- Você o quê? – Samanta perguntou rouca.
Patrícia não respondeu. Caiu com ela na cama, beijando-a enlouquecida. Numa perícia incrível ela forçou o corpo de Samanta para o meio da cama, roçando o corpo ao dela. Sua boca desceu até os seios, mergulhando neles faminta.
- Ah... Ahhh...
Os gemidos de Samanta deixaram Patrícia mais enlouquecida de desejo. Ela desceu a mão tocando o sexo. Sentiu o quanto ela estava molhada, entrando com prazer na buceta dela.
- Aiii... Estava louca para dar para você...
- Estava é? – Patrícia perguntou sugando o biquinho de um dos seios – Então rebola que eu quero te possuir bem gostoso.
- Eu não via a hora de você chegar, eu... Aiiiii...
- Isto geme, geme que eu adoro te ouvir gemendo enquanto estou dentro de você. Ai...
- Ai, Patrícia... Ai...
Patrícia deixou os seios escorregando a boca até o sexo de Samanta. Entrou nele com a língua gemendo encantada.
- Que buceta deliciosa...
- Ai, chupa, chupa que eu...
Patrícia ergueu o corpo dela puxando-a mais contra sua boca. Chupou-a incansável. Ao mesmo tempo a comia com o dedo, quase a levando ao delírio. Samanta estava completamente aberta para ela. Neste momento Patrícia saltou para fora da cama, puxando as pernas de Samanta até que o sexo dela ficasse na beirada da cama. Naquela posição, abriu mais a pernas dela, chupando com mais vontade e prazer.
Minutos depois Samanta explodiu num gozo intenso entre os lábios dela.
Patrícia sorriu feliz, passando a língua pelas partes íntimas da vagina sem esconder o prazer que sentia enquanto fazia isto.
Samanta estava totalmente relaxada recuperando a respiração.
- Ai, você é demais Patrícia. Meu Deus! Onde aprendeu a chupar assim?
Patrícia não respondeu. Pegou duas almofadas no chão, colocando-as na cama. Deitou virando de bruços para Samanta. Fitou-a convidando atrevida:
- Gosta com almofadas por baixo da barriga então vem comer meu rabinho, vem. Vou dar o que você gosta.
Ela deu uma rebolada que fez Samanta dar um salto já se posicionando atrás dela. Samanta gemeu passando a beijar a bunda excitada. Patrícia virou o rosto perguntando enquanto rebolava oferecida.
- É assim que você gosta de comer a sua putinha?
- Ai, é sim... Que tesão que isto me dá! Oooooo...
Patrícia a sentiu entrando com um gemido rouco no ânus dela.
- Ohhhhh...
- Isto, geme minha puta! Geme enquanto eu meto gostoso neste rabinho lindo. Ai, cachorra...
- Ahhhh... Come... Mete... Ai...
Patrícia rebolou alucinada para ela deixando-a cada vez mais enlouquecida de vontade. Os gemidos de Samanta agora pareciam uivos tamanho o seu prazer ao comê-la daquela forma. Patrícia sentiu-a encaixando a buceta bem aberta em sua bunda. Ela começou a roçar na sua pele até ter um orgasmo intenso sobre ela. Samanta deitou o corpo sobre as costas dela. Ergueu a mão levando-a até a buceta, mas Patrícia afastou-se deitando na cama completamente aberta para ela.
- Quero aqui. Vem chupar sua puta. Vou te dar tudo na boca safada.
- Ai...
Samanta caiu de boca na buceta dela sem pensar duas vezes. Patrícia abriu-se o mais que pôde para senti-la melhor.
- Ai, chupa gostoso assim. Lambe ela, passa a língua durinha nela. Brinca no clitóris. Nossa! Que língua safada. Enlouquece ela, oooooooo...
-
- Eu vou te dar tudo... Chupa, lambe... Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii...
Samanta só se deteu conta quando o sexo dela parou de tremer em sua língua.
Subiu lentamente, roçando o corpo contra o dela. Então deitou ao seu lado começando a beijá-la com imensa paixão. Quando pararam de beijar, Patrícia abraçou-a com carinho junto ao seu corpo.
Samanta deu um longo suspiro confessando baixo:
- Assim você vai me deixar cada dia mais louca para te possuir.
- Que ótimo, porque eu não quero outra coisa na vida.
- Tudo bem, mas olha, você é demais na cama.
- Você já teve outras mulheres Samanta. Não diga bobagens!
- Ah tive sim, mas nenhuma dava tão gostoso assim.
- Não querida, isto é porque cada mulher se entrega de um jeito na cama. Eu sou assim, não tem nada demais, é só isto. Mas a maioria das mulheres é muito quente também.
- Pode até ser, mas não conheci nenhuma mais gostosa que você não.
- É mesmo querida? Então aproveite e se acostume porque eu gosto assim. Pare de estranhar e trate de dar conta do recado.
- Não, aí também não! – Samanta comentou admirada. – Dar conta eu vou dar. Vou até comer aquelas coisas todas que ajudam no desempenho sexual.
- Ah é? Que coisas são estas, meu Deus? – Patrícia perguntou caindo na gargalhada.
- Ora, dizem que melancia é muito bom.
- Melancia? Não sabia! Mas deve ser sim, porque é uma fruta vermelha. E isto é estimulante...
- E leite, uns cinco copos por dia ajuda muito.
- Leite também?
- Sim. Ai, Patrícia, vou ter que estudar tudo sobre uma alimentação no jeito para me manter mais disposta para você.
- Não precisa pesquisar querida! Eu faço uma lista para você. – Patrícia comentou morrendo de rir dela.
- Mas o que vou ter que comer? Ah, aposto que estou comendo tudo errado. Ai, meu Deus! – Lamentou chateada.
- Calma Samanta, todo mundo sabe que os alimentos que aumentam o desempenho sexual da mulher, são aqueles que contem Ômega 3. Quanto maior a taxa de zinco no organismo, maior é o apetite sexual da mulher. Entendeu?
- Ah! Então você sabe quais são?
- Lógico! – Sorriu mais divertida agora. – São exatamente as coisas que eu como no meu dia a dia.
- E o que você come? Ai, conte-me. Conte, por favor...
- Carne vermelha, mas carne é algo que muita gente não come.
- Eu adoro carne vermelha. Que ótimo! – Samanta sorriu esfregando as mãos animada.
- Então, óleo de linhaça, amendoim, ovos, nozes, castanhas, gengibre, ostras, mariscos...
- Oba! Gosto de tudo isto! O que mais?
- Os alimentos que estimulam o hormônio feminino são peixes. Tipo: Sardinha, cavalinha, salmão, atum. Também anchova, soja, ai, eu já li tanto sobre isto.
- Por isto que você é assim.
- Não vou negar que me cuido sim. – Comentou divertida.
- E as frutas?
- Os médicos recomendam frutas vermelhas. Como morango, amora, framboesa, cereja. Ah, a goiaba também, mas eu acho indigesto para comer a noite. No mais, verduras verdes e tomate.
- Puxa! Por que não me falou sobre isto antes?
- Ô Samanta, que coisa! – Comentou admirada. – Como que eu iria ter este tipo de conversa com você antes?
- Ah tá bom, você tem razão! – Concordou beijando-a apaixonadamente. – Então a partir de amanhã minha alimentação será completamente diferente. Mas como é que pode uma coisa destas? Em que mundo eu ando vivendo que ainda não estou comendo essas coisas?
- Ah querida, muitas mulheres passam a vida sem comer um terço disto e tem uma vida sexual satisfatória. Seguir uma dieta assim é para as mulheres que chegaram aos quarenta anos. Porque o hormônio da mulher começa a diminuir após os quarenta.
- Puxa! Então você estudou mesmo sobre isto.
- Nestas salas de espera das agências de modelos o que mais a gente encontra são revistas. Eu apenas aproveito meu tempo para ler tudo que tem a ver com a saúde do corpo da mulher.
- Então vou passar a ler também, geralmente apenas folheio as revistas. – Contou divertida.
- Tá, pode ler tudo que quiser a partir de amanhã, mas agora eu te quero, vem aqui vem.
- Eu vou, mas não tenho o seu preparo não. E eu canso um pouco, então tenha paciência.
- Calma querida, a gente faz amor e descansa tá bem? – Perguntou carinhosa no ouvido dela.
- Tudo bem! – Sorriu deitando sobre ela.
- Quando lembro quantas vezes desejei estar assim com você.
- Você foi muito dura comigo, Patrícia. Tive quase que rastejar por você.
- E valeu a pena? – Perguntou acariciando os seios dela.
- Valeu... Ai, cada minuto. Eu te amo mais a cada dia que passa.
- Tenho que te sentir! – Gemeu beijando-a profundamente. Depois virou buscando os seios dela. Beijou-os e mordeu com uma sensualidade que fez Samanta gemer de desejo.
- Ah...
- Abre as pernas para mim! – Patrícia pediu escorregando pelo corpo dela. – Mostra que me quer, safada. Quero essa buceta rebolando na minha boca! Isto abre bem...
- Ai, que delícia! – Samanta gemeu quando a língua entrou afoita dentro dela. – Chupa, vai, não para, chupa sua puta. Ai...
- Quero te comer! – Patrícia gemeu entrando com os dedos nela. – Rebola... Mostra o quando me quer...
- Hummmmmmmmmmmmmmmmm...
- Isto gostosa, uiva pra mim.
- Ai... Ai...
- Deixa vir, solta este gozo na minha boca. Dá minha puta...
Samanta fechou os olhos rebolando dentro da boca dela, até não aguentar mais e gozar deliciosamente.
- Ooooooooooooooooooooooooooo...
Patrícia saltou do meio das pernas dela abrindo as pernas desnorteada.
- Vem pegar o que é seu. Vem rápido...
Samanta mergulhou nela com um gemido.
- Come junto. Chupa e mete em mim. Olha como sua putinha adora dar para você. Ah...
-
- Dá na minha língua safada, aiaiaiaiaiaiaiaiaiaiai... Toma delícia aiaiaiaiaiaiaiaiaiaiaiaiaiai...
As duas não viram as horas passando. Ficaram se amando sem conseguir parar a noite toda.
Notas da autora: Palavras como buceta e vagina, nossa, como existem mulheres que odeiam essas palavras. Que estranho odiar uma palavra que define uma parte do corpo feminino. Questão de criação. Acho que é isto. Já não discuto mais sobre essa questão. Recordei de comentar porque lembrei o quanto muitas ficam incomodadas quando leem nos meus contos. As pessoas usam tantas palavras se referindo ao seu da mulher. Algumas são ridículas. Prefiro fazer de conta que nem as conheço. 
                                                      Continua...